Cinema

Filmes do Oscar 2017 que valem a pena assistir

Eu sou bem cinéfila, de carteirinha, e todo ano faço a maratona pra assistir todos os filmes do Oscar com exceção de curta, documentário e animação, mas só porque é impossível ter acesso a esses filmes. E como em quase toda premiação, rola uns “puxa-saquismos”, às vezes por questões sociais, que levam a banca a indicar filmes que não deveriam passar nem perto da lista, ou seja, acaba passando muita coisa ruim. Por isso, se você ainda não teve tempo de assistir os indicados, fiz uma lista com os filmes que valem a pena assistir, com mini resenhas de todos os que assisti.

Meu preferidíssimo: Arrival (A chegada):

Esse filme é um negócio que não dá nem pra descrever direito e nem falar muito porque senão estraga. O que posso dizer é que um filme incrível, daqueles de dar nó no cérebro. Esse filme foi baseado num conto, tirado do livro (que já quero muito) “História da sua vida e outros contos” do escritor americano Teg Chiang. O livro tem oito contos no total. É baseado na história de uma linguista, que é escalada pelo governo pra se comunicar com os extraterrestres que pousam em alguns pontos estratégicos no planeta. A idéia parece clichê, sobre mais um filme bobo de ET, mas não. O começo do filme parece bem piegas, mas conforme vai se revelando, você não entende mais nada, e mais pro final, você meio que entende tudo, mas muitas dúvidas pairam no ar, principalmente em relação a linguagem e existência do tempo. Uma vibe muito parecida com o filme Interstelar (se você ainda não assistiu, vá assistir agora!). Achei simplesmente sensacional, uma história mágica, muito bem escrita, bem dirigida, delicada e emocionante. Vale a pena cada minuto.

arrival

 

Hidden Figures (estrelas além do tempo):

Uma história triste, baseada em fatos reais, com um roteiro bem humorado, tornando o filme divertido apesar de todo o racismo bizarro da época, que conta a trajetória de três mulheres negras bafônicas que fizeram história na Nasa, mesmo diante de um cenário machista e preconceituoso, mas que mostraram ao que vieram, provando que inteligência e competência não tem cor, nem sexo. Mostra o quanto foram fundamentais e essenciais nos experimentos de enviar o homem a lua. Acho que as três atrizes souberam mostrar a personalidade de cada uma das personagens de uma maneira brilhante. Um filme inspirador, motivador, lindo e com um elenco excelente. Achei muito bem dirigido, com uma direção de arte maravilhosa e que vale conferir.

 

hidden figures

 

Fences (um limite entre nós):

Eu não sou muito fã de filmes com adaptação de roteiros escritos pra teatro, geralmente tem muitos diálogos, pouco movimento, e se o roteiro não for impecável, acaba sendo cansativo. Fences tem um pouco de cada coisa, muito, mas muito diálogo de encher linguíça, o que o torna um pouco cansativo, mas a história em si, apesar de se passar na década de 50, é bem atual. Mostra basicamente o cotidiano de uma família, dando destaque pras atuações de ninguém menos que Denzel Washington e Viola Davis, que sem dúvida brilharam. Achei o prêmio de melhor atriz coadjuvante a Viola merecidíssimo, e acho que Denzel deveria ter levado de melhor ator. Apesar do Casey Affleck fazer um papel dificílimo em Manchester by the Sea, achei que ele tinha mais o perfil do papel do que talento pra construí-lo sabe? Às vezes, talvez seja mais eficaz pra um diretor escolher um ator que é muito parecido com uma personagem, do que encontrar um ator que a construa. Não sei se ele conseguiria fazer papéis de personagens distintos em outros filmes, como o Denzel Washington é capaz, por isso eu daria o prêmio pro Denzel, porque ele soube como ninguém trazer emoção pra personagem. Enfim, o filme em si não é nada de muito diferente, mas a história é bem tocante e vale a pena assistir pelas atuações.

 

fences

 

Hacksaw Ridge ( até o ultimo homem):

Esse filme eu assisti meio obrigada, algumas horas antes da premiação, porque detesto filmes de guerra, principalmente os violentos. Lendo alguns comentários, falando sobre as super exposições das vísceras dos soldados em algumas cenas, quase me fizeram desistir. Mas fui bastante surpreendida. Trata-se de uma história real, lindíssima, de um soldado que queria servir o país sem tocar numa arma. A personagem passa por muitas provações até conquistar um posto de paramédico e surpreende a todos com sua fé e bondade genuínos. No fim as cenas das vísceras nem me incomodaram tanto, porque graças a Deus, a maquiagem e os efeitos especiais dessas cenas eram meio toscas, nem um pouco realistas no sentido visual, na minha opinião, não sei se o orçamento era baixo pra super produção, mas acho que Mel Gibson brilhou como diretor, soube trazer todo o encantamento e envolvimento que essa história pedia. Outra coisa que impressiona é o figurino, achei fantástico e um pecado não ter entrado pra categoria. Não é um filme de super atuações, mas por mais trágico que seja, Mel Gibson deixou com um tom divertido. No fim gostei. Filme super inspirador, também acho que vale a pena assistir.

 

Hacksaw Ridge 3

 

Lalaland:

Eu tenho tantas ressalvas desse filme. Embora seja um roteiro maravilhoso e encantador, acho que todas as escolhas foram erradas rs. Começando pela parte do musical. Na primeira hora do filme, eu quase levantei da cadeira e fui embora do cinema. Gente, eu cresci assistindo noviça rebelde TODOS OS DIAS. Já perdi as contas de quantas vezes assisti esse filme, e por ser fã de musical, principalmente quando falamos de filmes como Dançando na chuva e Grease por exemplo, o musical de Lalaland chega a ser hilário. Detestei as coreografias e quase todas as musicas, tirando City of stars e Audition (the fools who dream) achei o resto uó. Sem falar que os atores não cantam e não dançam nada, por que? Como assim Damien Chazelle? Pra começar, apesar da atuação do Ryan Gosling não ser das piores, vocês ja imaginaram se esse filme fosse com o Adam Levine, Justin Timberlake, e porque não Channing Tatum? Atores que cantam e dançam tem que ser a premissa da escolha de um elenco de musical. Já a Emma Stone, até agora não entendo porque cargas d’agua escolheram essa atriz. A Emma Watson jamais bancaria esse papel mesmo como primeira opção. Nada contra as duas, mas uma atriz de musical precisa ser fundamentalmente encantadora. E não é o caso de nenhuma das duas, simplesmente não é o perfil. Na minha opinião, uma excelente escolha seria a Zooey Deschanel, que tem uma vibe atual, canta e é encantadora. Ou sei lá, caçassem alguém com esse perfil! (esse filme me deixa nervosa! rs) Bom, brincadeiras a parte, tirando o figurino que eu achei cafonérrimo, a direção de arte que eu achei bem a desejar, e sei lá porque levaram as estatuetas, além do prêmio de melhor atriz, que eu quase chorei quando anunciaram, desbancando atrizes como Isabelle Rupert e Natalie Portman, eu não posso negar que o roteiro é bom. A idéia de ser estilo musical também é genial, pena que não souberam fazer a altura do filme. Dei graças a Deus que Moonlight levou a estatueta de melhor filme apesar do barraco histórico do Oscar, que inclusive merecia um Oscar. O roteiro é bom e me fez chorar, sim, saí chorando do cinema, porque toca nas questões sociais mais delicadas: Sonhos, amor, e escolhas. O final é bem humano, e bem a vida como ela é, e mostra o quanto somos reféns de nossas escolhas. Acho que o filme mexe com todo mundo, mas especialmente os artistas. Quem é artista sentiu na pele e nas entranhas todas as dores daquela famosa pergunta quando você responde o que faz da vida: “tá, mas você trabalha com o que?”. No fim, sim gente, vale e muito a pena assistir esse filme apesar de todos os pesares.

 

lalaland 1

 

MoonLight:

O filme Moonlight conta a história de um garoto negro, gay, suburbano, criado por uma mãe usuária de drogas. Mostra uma realidade triste de um ser humano dentro dessas características, que dificulta qualquer desenvolvimento perante os preconceitos da sociedade. Uma história triste, mas contada com uma delicadeza indescritível. Um filme com uma fotografia lindíssima, que na minha opinião, tinha que ter levado a estatueta e um elenco fantástico. Levou o merecidíssimo prêmio de melhor ator coadjuvante, acho o Mahershala Ali incrível, que inclusive faz uma participação ilustre em Hidden Figures, mas não sei se é o melhor filme. A lista era grande, concorreu com super produções, mas no fim, fico feliz que tenha ganhado. Vale a pena assistir.

 

moonlight

 

Elle:

Um filme perturbador, num estilo bem “black mirror”, mas interessante. Conta a história da filha de um psicopata que tem um lado negro que é descoberto com o desenrolar do filme. O show de interpretação fica por conta de Isabelle Rupert que é assustadoramente maravilhosa nesse filme. Era uma forte indicada a levar o prêmio de melhor atriz, e estava entre as minhas preferidas pra levar a estatueta.

 

elle

 

Jackie:

O filme conta o momento menos comentado e o mais terrível da tragédia, os bastidores do dia da morte do Kennedy e todo o sofrimento de Jackie naquelas 24h basicamente. A Natalie Portman brilha em sua atuação, principalmente pela similaridade em relação a Jackie. Eu sempre acho que deve ser mais difícil imitar literalmente uma personagem, do que construí-la, não desmerecendo a construção, mas nesse caso, o artista tem mais liberdade de criar e doar elementos seus pra personagem. A imitação é bem limitada, e vai muito do talento de imitação do ator. A Natalie Portman imita a voz, os trejeitos e o olhar vago perfeitamente. Embora seja um momento terrível, que fica difícil sequer imaginar o que foi, mostra uma Jackie em estado de choque, o que causa um certo estranhamento das reações dela, principalmente por conta dos absurdos a que ela é exposta. Ao mesmo tempo que é estranho, é absolutamente compreensível. Achei bacana a sacada do diretor neste ponto, mas não achei o filme bem dirigido. A gente não consegue se identificar muito com a dor dela. Não gostei muito da edição, o momento em que cai a ficha dela e ela se permite desabar, é muito rápido. Outro elemento que gostei muito foram os diálogos com o Padre, além do figurino que é maravilhoso. Enfim, tinha tudo pra ser um grande filme, mas infelizmente o diretor não acertou muito. Vale a pena assistir pela atuação, e pra mim, a Natalie deveria ter levado a estatueta.

 

Jackie 1

 

Animais noturnos:

Tem um baita roteiro, adaptado, mas baita roteiro. Conta duas histórias em paralelo, o cotidiano de uma artista renomada, e o enredo de um livro que ela recebe de um ex namorado. Durante o filme você não entende direito o que uma coisa tem a ver com a outra, mas no final tudo faz sentido. Embora não seja um sentido óbvio, abre pra reflexão, e o final é bem surpreendente. Contém muitos elementos de identificação e achei o filme muito bem dirigido e editado. Talvez haja controvérsias entre as opiniões de quem leu o livro onde se baseia o filme, mas eu adorei o filme. A atuação brilhante fica por conta de Michael Shannon, que concorreu como melhor ator coadjuvante, que faz o delegado que acompanha a trama do livro recebido pela personagem. Vale a pena conferir.

 

animais noturnos

 

Florence Foster Jenkins:

Essa história é tão surreal, que tinha que virar filme. O filme é baseado em fatos reais, e conta a história de uma socialite, filha de um banqueiro, que cantava muito mal, e não sabia disso. Como ela tinha muito dinheiro, e ajudava algumas instituições filantrópicas com generosas doações, e alguns membros de certa forma se beneficiavam disso, ela era bajulada e incentivada em sua carreira de cantora. A princípio ela só se apresentava em eventos da elite, onde todos já sabiam do caso dela e não ousavam contrariar. O problema é quando ela resolve ampliar a carreira pra um grande público. Estrelado por ninguém menos que Meryl Streep, que brilha muito em sua atuação, a versão americana desta história tem um cunho mais hilário, mais voltado pra comédia. Ja a versão francesa, com o filme Margueritte, que conta a mesma história, mas de forma dramática e uma trama muito mais elaborada, tem ainda um elenco fantástico. Eu aconselho assistir as duas versões, mas pra mim Margueritte é infinitamente melhor, pois conta o drama que essa mulher vivia com o marido, e principalmente quando ela tem ciência de que canta mal, coisa que a versão americana não conta. Eu não sei qual das duas versões é mais fiel a história real, mas a versão francesa, na minha opinião é muito mais interessante e muito mais bonita. Embora as duas direções de arte e figurino sejam fantásticas. É possível encontrar Margueritte no Netflix.

 

Florence 2

 

Allied (Aliados):

Embora seja um filme bem sessão da tarde, a trama não é das piores. É uma versão de Sr e Sra. Smith no final dos anos 30. Brad Pitt e Marion Cotillard estão numa química de tirar o fôlego, que deu o que falar, diante da separação do Brangelina. É um filme de aventura, divertido, com um final surpreendente. A fotografia, direção de arte e figurino são absolutamente incríveis e impecáveis, só por isso já vale a pena assistir. Na minha opinião, tinha levado a estatueta de melhor figurino, que não tem a menor comparação com Lalaland. Simplesmente quero o figurino inteiro da Marion.

 

allied 4

 

A man called Ove (Um homem chamado Ove):

Concorreu na categoria de melhor filme estrangeiro, e por mim tinha levado a estatueta. Um filme delicado, com uma história incrível, uma fotografia e uma direção de arte também impecáveis. Conta a história de um senhor de idade, síndico de um condomínio na Suécia, muito ranzinza e mal humorado que tenta de inúmeras maneiras frustradas se suicidar após a morte de sua esposa. Com a chegada dos novos vizinhos sua vida muda completamente. Um filme maravilhoso, divertidíssimo, e que vale muito a pena assistir.

a man called ove

 

Tanna:

Era um dos meus favoritos também pra levar a estatueta. É um filme que conta uma história baseada em fatos reais, meio Romeu e Julieta, porém numa aldeia indígena (Yakel). Eu tô pra ler sobre esse filme, porque é inimaginável a forma que ele foi gravado, porque os atores são verdadeiramente tribais, e são uns baita atores. Algumas personagens fazem parte da mesma família, tipo pai, mãe e filhas. Você nota a semelhança física entre eles, só não sei como o diretor conseguiu isso de uma forma tão ilustre. Um filme delicado, encantador e emocionante. Senão me engano foi gravado na Austrália. Enfim gente, vale muito a pena assistir, é impossível não se identificar e não se emocionar.

 

tanna

 

 

Os filmes que ficaram de fora da minha lista:

Lion (uma jornada pra casa): embora seja uma história interessante, baseada em fatos reais, é um filme meio “x”. O destaque na minha opinião fica pro menino que faz a personagem principal na infância, Sunny Pawar, é simplesmente incrível.

Manchester a beira mar: embora seja um filme com a história mais triste do mundo, não me tocou em absolutamente nada. Não entendi muito bem as relações entre as personagens, achei tudo muito distante, frio, acho que a direção falhou.

Hell or High Water (a qualquer custo): eu não sei nem porque esse filme esteve entre os indicados. Um filme bem nada a ver, fraco, acho que só entrou porque tinha Jeff Bridges.

Capitão fantástico: tinha tudo pra ser um baita filme, mas a direção errou muito. No fim você não se identifica nem um pouco com a história, nem com as personagens, não aprofunda em nada, sei lá, achei estranhíssimo.

Loving: Embora a história seja baseada em fatos reais, e seja linda, e mesmo a Ruth Negga sendo maravilhosa, concorrendo a melhor atriz, achei a atuação dela muito a desejar, mesmo que ela tenha se esforçado ao que o papel propunha. Não colou. Quem brilha nesse filme é o ator coadjuvante Joel Edgerton. Era um filme que dependia de uma grande atuação da atriz, e a escolha na minha opinião foi muito errada. A história é de dois chucrões, interioranos, lutando por uma relação interracial que na época era proibida, mas não emociona, não toca.

Silence: embora seja de ninguém menos que Scorcese, tenha uma fotografia maravilhosa e uma história interessante, é um filme fraco, sem grandes atuações.

O apartamento: embora tenha levado a estatueta de melhor filme estrangeiro, tenha uma fotografia e uma direção de arte maravilhosa, principalmente por conta das locações bem limitadas, foi um filme em que gerei uma expectativa enorme, e no fim achei “x”. O final é bem maluco, sei lá, tinham filmes melhores concorrendo. Não é dos piores, mas não curti muito não.

Toni Erdmann: Um filme interessante, de 3 horas, parado, requer muita, mas muita paciência pra assistir, mas tem uma reflexão interessante sobre a vida, e ainda assim, acho que o filme poderia ter se aprofundado mais e não tinha necessidade de ser tão longo. É uma brisa meio louca, boa sorte!

Passageiros: beeeem sessão da tarde, nada de mais, destaque pra beleza de Chris Pratt.

Horizonte profundo: Conta a história do acidente de uma base petrolífera, baseado em fatos reais. O filme é bem sessão da tarde, sem grandes atuações, o destaque fica pros efeitos visuais que são bem realísticos e edição de som também fantátsica.

The Lobster: um filme muito interessante, com um humor negro pesadíssimo. O Collin Farrell tá sensacional. No fim é um filme que me agrada, porque eu gosto de humor diferenciado, mas é um filme que sem dúvida agrada a poucos e requer paciência porque é beeem parado e bem brisa.

Hail Cesar: sabe aqueles filmes que tem um elenco pesadíssimo, que você não entende nem como a produção deu conta de pagar todos os cachês mas é uma merda? É esse filme. Uma história nada a ver com nada, pior que sessão da tarde. O destaque fica pro figurino que é impecável, e pra duas cenas: a da Scarlett Johansen que faz uma ponta de caipira, e é um interpretação bem diferente do que a gente tá acostumado a ver dela. E a cena de musical com Channing Tatum que em 5 minutos esfrega na cara de Lalaland como se faz um musical bem feito.

Animais fantásticos e onde habitam: agrada só os fãs de harry potter, mas o elenco é bom, e o figurino incrível.

Doutor estranho: eu sou zero nerd, mas fui com o namorado e no final amei. Gosto muito do enredo e do elenco, mas só também. Não sou muito fã de super heróis, mas acho que vale assistir só por conta do enredo, é totalmente baseado em assuntos que me interessam como poder da mente, iluminação e filosofias orientais.

Mulher do século 20: Ainda não achei pra assistir, mas to louca pra ver.

Star Wars: nunca vi nenhum, nem o ultimo, me julguem.

The jungle book, Kubo and the two strings, Land of mine, e Esquadrão Suicída: eu também não vi porque não deu tempo e não me interessaram muito.

E é isso, é só minha opinião como cinéfila. Se você gostou ou não gostou, deixe sua opinião aí nos comentários que eu vou adorar ler.

Um beijo!

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s